O policial militar da reserva Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco, foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro. O juiz Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, da 19ª Vara Criminal da Capital, condenou o PM reformado, a mulher dele Elaine Lessa, o cunhado Bruno Figueiredo e mais duas pessoas acusadas de envolvimento na destruição de provas do assassinado de Marielle e do motorista Anderson Gomes em março de 2018. Os quatro, segundo as investigações, participaram diretamente de uma operação, em março de 2019, para a retirada e destruição de armas que pertenceriam a Ronnie Lessa e estariam escondidas em um apartamento alugado por ele no bairro do Pechincha, no subúrbio do Rio de Janeiro. Inclusive, entre as armas descartadas no mar da Barra da Tijuca, na zona oeste, poderia estar o armamento utilizado na noite do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, no Estácio. Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiróz seguem presos no sistema carcerário do Rio de Janeiro aguardando julgamento. Ambos devem ir a júri popular ainda neste ano de 2021. Até agora, a polícia e o Ministério Público do Estado não desvendaram totalmente o crime e não sabem quem encomendou, nem o motivo.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga 

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