A Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo (SOGESP) fez um apelo para que a prefeitura da capital retire a necessidade de grávidas e puérperas apresentarem um documento com recomendação médica para tomar vacina contra a Covid-19. Segundo a SOGESP, a obrigatoriedade está dificultando o acesso ao imunizante. A entidade argumenta que, para obter o documento, as mulheres precisam agendar novas consultas, penalizando principalmente a parcela mais pobre da população. A presidente da associação, Rossana Pulcineli, reforçou que a secretaria Estadual de Saúde já retirou a necessidade da recomendação médica. “A pessoa que poderia já estar se vacinando, vai ter que agendar uma consulta, conseguir essa consulta, conseguir esse relatório para poder ser vacinada. E com a situação que temos da Covid-19 no Estado e na cidade de São Paulo, nós precisamos ser rápidos.”

Rossana Puclineli, também garante que não há contraindicações na vacinação de grávidas e mulheres que acabaram de dar à luz. “Não há nada específico que uma grávida possa ter. As duas vacinas que estão sendo orientadas são as que o PNI definiu, então são as vacinas d Pfizer e CoronaVac. E não há nenhuma situação que exis
df – 03’03” – de gestantes”, ressaltou. Por meio de nota, a secretaria Municipal da Saúde afirmou que seguem as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A pasta completou que, até a tarde desta terça, cerca de 17 mil grávidas e mais de cinco mil mulheres que deram à luz recentemente tomaram a primeira dose de vacina contra a Covid-19.

*Com informações da repórter Nanny Cox

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