Buscas realizadas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul na casa em que uma mulher identificada como Yasmin Vaz dos Santos morava com a namorada e o filho, Miguel dos Santos, na cidade de Imbé, Litoral Norte do Estado, encontraram indícios de que o menino de sete anos era constantemente torturado e mantido amarrado com uma corrente. Ele foi morto na última quarta-feira, 28, e teve o corpo jogado em um rio da região pela própria mãe, que confessou o crime à polícia e disse que administrou calmantes no menino, colocando o corpo dele dentro de uma mala antes de descartar o corpo.

Em perícia realizada na noite desta terça-feira, 3, agentes encontraram a corrente usada para amarrar a criança e um caderno no qual o menino era obrigado a escrever frases autodepreciativas. Entre elas: “Eu sou um idiota”; “Não mereço a mamãe que eu tenho”; “Eu não sei valorizar ninguém” e “Eu sou um filho horrível”. A mãe do menino foi presa em flagrante junto à namorada e ambas foram encaminhadas à Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba, onde ficarão à disposição da Justiça. Os bombeiros ainda não encontraram o corpo da criança e estão no sexto dia de busca consecutivo em região de mar na cidade de Torres, onde deságua o rio Tramandaí, no qual o corpo da criança foi arremessado.

Artigo anteriorPrefeitura de SP diz que 637 pessoas assinaram o termo de recusa da vacina por escolher marca
Próximo artigoMais da metade dos municípios de SP não registraram mortes por Covid-19 na última semana