Manifestantes se reuniram em várias regiões do Brasil neste sábado, 3, para protestar contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. Em São Paulo, o ato acontece na Avenida Paulista. Eles pedem o impeachment do presidente, a volta do auxílio emergencial, ampliação da vacinação contra a Covid-19 e relembram as mais de 500 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. De acordo com o governo do Estado, 600 policiais militares, com mais de 80 viaturas, cinco drones e 200 aeronaves foram deslocados para fazer a segurança da região. Esse é o terceiro ato contra Bolsonaro registrado desde maio deste ano. A princípio, os protestos estavam marcados para o dia 24 de julho, mas foram antecipados por causa das suspeitas envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin e um suposto pedido de propina em negociação por doses da vacina da AstraZeneca. Os manifestantes se posicionam contra a reforma administrativa e as privatizações. De acordo com os organizadores, todos os protocolos sanitários devem ser seguidos, como o uso obrigatório de máscara, álcool gel e distanciamento social, o que não foi visto em alguns momentos das últimas manifestações. Outros Estados e o Distrito Federal também registraram protestos contra Bolsonaro. No Rio de Janeiro, a manifestação começou por volta das dez horas da manhã e durou cerca de quatro horas. O ato foi pacífico e a Polícia Militar acompanhou todo o trajeto.

Manifestantes se reúnem na Avenida Paulista contra o presidente Jair Bolsonaro
Manifestantes pediram o impeachment de Jair Bolsonaro na Avenida Paulista
Milhares de pessoas foram à Avenida Paulista para pedir mais vacinas
Cariocas foram ao centro do Rio de Janeiro para pedir a aceleração na vacinação contra a Covid-19
Milhares de pessoas caminharam pelo centro do Rio de Janeiro e se manifestaram a favor do impeachment de Jair Bolsonaro
Governo Bolsonaro foi criticado no protesto realizado na região central do Rio de Janeiro

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