Paulo Roberto da Silva Lima, conhecido como “Galo”, líder do movimento dos Entregadores Antifascistas, teve a prisão temporária decretada nesta quarta-feira, 27, por participar do incêndio à estátua de Borba Gato no último sábado, em São Paulo. Em nota, a assessoria do entregador disse que Galo e Danilo Oliveira, conhecido como Biu, se apresentaram voluntariamente para prestar depoimento no 11º Distrito Policial de Santo Amaro e que a decisão que decretou a prisão temporária saiu momentos depois. Na ocasião, os dois assumiram a participação no ato. Segundo a nota, foi expedido um mandado de busca e apreensão na residência do entregador. A esposa de Galo, Gessica, também teve a prisão temporária decretada quando estava no DP. “Gessica sequer estava presente no ato político do dia 24/07 e tem uma filha de 3 anos de idade com Paulo, também detido nesta data”, diz o comunicado. Quando foi prestar depoimento, Galo conversou com a imprensa e disse que o intuito do incêndio foi abrir o debate. “Para aqueles que dizem que a gente precisa ir por meios democráticos, o objetivo do ato foi abrir o debate. Agora, as pessoas decidem se elas querem uma estátua de 13 metros de altura de um genocida e abusador de mulheres”, afirmou.

 

 

 

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